“Economia”, em lixo

Em relação à Porto Alegre, mas poderia ser aplicada a sugestão a outras aglomerações humanas (ou ‘cidades’).  Quanto de lixo está sendo gerado durante a pandemia do Covid-19?  Houve diminuição significativa em relação aos períodos ‘normais’?

No caso de Porto Alegre, em que os resíduos domiciliares são encaminhados em dezenas de caminhões caçamba à Mina do Leao, distante muitos e muitos quilômetros da cidade, qual foi a economia gerada com a redução do lixo?  Há previsão no contrato com a empresa de redução do valor pago pela municipalidade? Ou é um valor fixo?

Nota do DMLU em seu site informa que: Hoje, os resíduos sólidos domiciliares de Porto Alegre passam pela Estação de Transbordo da Lomba do Pinheiro e de lá são transportados para a Companhia Riograndense de Valorização de Resíduos, aterro sanitário privado, no km 181 da BR-290,  município de Minas do Leão, distante 105 Km de Porto Alegre

E sobre os resíduos orgânicos domiciliares, houve redução ou aumento do volume?

Fica a sugestão.